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MINFIN: Instituições de supervisão do sistema financeiro estabelecem estratégia concertada

CMC e BNA

Fonte: Portal do MINFIN

A Comissão de Mercados de Capitais (CMC), o Banco Nacional de Angola (BNA) e Agência Angolana de Supervisão e Regulação de Seguros (ARSEG), podem estabelecer, a curto prazo, uma estratégia concertada para possibilitar aos investidores não residentes a investirem no mercado de capitais de Angola.

A hipótese foi avançada, nesta quarta-feira, em Luanda, pela Presidente do Conselho de Administração da CMC, Vera Daves, durante o V Encontro Anual de Quadros da instituição.

“Sobre a educação financeira ainda há muito a ser feito, desafiando uma estratégia concertada entre CMC, BNA e ARSEG, vamos trabalhar e temos desafiado a possibilidade dos investidores não residentes a investirem no mercado de capitais de Angola”, avançou.

Vera Daves reconheceu que foram dados passos importantes e que a curto prazo o Banco Nacional de Angola (BNA) fará a publicação de um aviso, determinando as condições e limites, para que os investidores não residentes possam também fazer parte do mercado financeiro.

Com este propósito, disse, quer-se trazer ao país fluxos de capitais sem colocar em causa a estabilidade financeira.

Na ocasião, a Responsável adiantou ainda que a instituição elaborou dois projectos com vista a tornar material à realidade do mercado accionista, preparando aquelas que são as empresas que vão abrir o seu capital para o mercado accionista.

Outro plano, disse, estará voltado às pequenas e médias empresas por formas a prepara-las para cotarem no mercado de acções.

Com estes dois programas, a CMC quer mostrar às empresas o que é necessário para se tornarem sociedades aberta, que requisitos devem obedecer, e que caminho devem seguir.

Para os próximos cinco anos, a CMC almeja continuar a activar os mais variados segmentos, como o Mercado de Acções, aprofundar o Mercado de Dívida Pública e no Mercado de Fundos de Investimentos.

“Os pilares são os mesmos, mas vamos adequar as nossas acções à conjuntura económica, para que seja possível acomodar as reais situações das empresas, mostrando que o mercado de capitais apresenta oportunidades de investimentos para o desenvolvendo”, assegurou a PCA.




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