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24 de September de 2017
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O Portal Bancos de Angola

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Mais 10 indústrias em Huambo até ao final do ano

Bonifácio Vissetaca, director provincial da indústria em Huambo, afirmou que até Dezembro irão abrir 10 pequenas e médias unidades de produção, onde duas delas serão de nível-II. Embora o país ainda se encontre numa crise grave, o sector da indústria encontra-se saudável, de acordo com Visseteca, mas também reiteraram a necessidade de mais energia para este sector. 

Angola encontra-se com falta de divisas no mercado devido à grave crise do sector petrolífero. Desde 2014 que o país se tem vindo a debater com a queda do preço do petróleo, situação essa que empurrou Angola para uma crise económica, financeira e cambial séria.

Mas, apesar desta falta de divisas, o sector da indústria, especialmente no Huambo, encontra-se bem, e a caminhar. quem o afirma é Bonifácio Vissetaca, o director local. Este ainda noticiou que até Dezembro serão abertas mais duas unidades industriais (nível-II), embora mantenha em segredo os sub-sectores beneficiados.

As boas notícias não se ficaram por aí, e Vissetaca ainda lançou a informação de que, no que toca à pequena indústria, até ao final do ano poderá atingir as 10 novas empresas.

Apesar da crise, o sector da indústria caminha a passos largos

O sector da indústria no Huambo caminha bem, mesmo com o cenário económico nacional não sendo favorável. A produção é diversificada, o que garante a saúde do sector. Além disso, a indústria conta com mais de 240 unidades industriais, as quais vão desde pequenas moangeiras, as quais existem nos municípios, a unidades industriais, as quais representam 15% da totalidade da indústria em Huambo.

Na província, a grande parte do parque industrial é representado por serrarias, padarias, carpintarias, indústrias de bebidas espirituosas e refrigerantes, marcenarias, assim como indústrias de águas minerais.

Bonifácio Vissetaca afirmou ainda que existe uma grande expectativa com as grandes indústrias que trabalham na província, como o caso do Nocebo e CEFA. Estas estão a traçar vários planos que se comprometem a recuperar instalações antigas, assim como estão em cima da mesa novas parcerias.

No que toca ao fornecimento de energia eléctrica, ainda existem algumas limitações, de acordo com o responsável da indústria.

Vissetaca frisou a grande mais-valia da barragem hidroeléctrica do Gove, mas também reconheceu que não é suficiente para colmatar as necessidades da indústria na província.

O responsável pela indústria na província disse ainda que a taxa de ocupação do Pólo de Desenvolvimento Industrial da Caála é relativamente baixa, estando apenas a 7% da capacidade total. Todas as unidades instaladas nesses pólo já estão a funcionar, sendo que a baixa ocupação se deve a razões ligadas à crise económica que o país enfrenta de momento.




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