O Portal Bancos de Angola

É um espaço informativo de divulgação e educação voltado ao sector bancário angolano, suas ofertas, promoções, entrevistas, matérias, cotações, etc. Não devendo ser interpretado como substituto das entidades reguladoras do sector financeiro.

Intenção da CGD de aumentar sua participação em Angola é travada

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tinha como objetivo reforçar sua presença em Angola, mas foi travada pela decisão da Comissão Europeia em não apoiar o investimento. Em parceria com o Santander Totta, o banco estatal pretendia reforçar sua posição no capital do banco que detém em Angola. A CGD procurava aumentar a sua presença em Angola e a aposta no exterior, como em mercados angolanos.

Atualmente, a CGD está sujeita ao cumprimento de um plano de reestruturação acordado com Bruxelas. Dessa forma, qualquer operação terá que ter uma permissão prévia da DGComp. Os outros bancos presentes no país também devem ter autorizações da Comissão Europeia para fazerem determinadas operações. Mas no caso da CGD, somente em 2017 é que seu plano de reestruturação é finalizado.

No acordo firmado em 2013, Bruxelas permitiu à Caixa manter a sua presença nas várias geografias onde já estava. Mas a filosofia dos planos de reestruturação viabilizados pela DGComp um reenfoque da dimensão de cada instituição. Depois de um demorado processo, a CGD entrou em Angola em 2008. Sua presença sempre foi importante, e acabou ajudando o governo no plano de estreitar as relações entre Portugal e Angola.

Sem permissões de Bruxelas, toda a estrutura acionista do Caixa Totta mantém-se com a PartAng, uma sociedade que detém 51% do banco, a ser detida em 51% pela CGD e em 49% pelo Totta. Já no seu capital, estão presentes a Sonangol, com 25%, Jaime Freitas, com 12% e António Mosquito com outros 12%.

 




Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Website Protected by Spam Master


error: Conteúdo Protegido !!