O Portal Bancos de Angola

É um espaço informativo de divulgação e educação voltado ao sector bancário angolano, suas ofertas, promoções, entrevistas, matérias, cotações, etc. Não devendo ser interpretado como substituto das entidades reguladoras do sector financeiro.

Governo autoriza fusão entre Millennium e Atlântico

                                       BNA autorizou esta semana todos os processos para a “constituição” do novo Banco Millennium Atlântico.  

download

fonte:Rede Angola

O Banco Nacional de Angola e o governo autorizaram a constituição do novo Banco Millennium Atlântico, informou  à Lusa, em Luanda, fonte ligada à fusão, que dará lugar a um dos maiores bancos nacionais.

A operação de fusão entre o Banco Millennium Angola (BMA) e o Banco Privado Atlântico (BPA) foi anunciada pelas duas instituições a 8 de Outubro de 2015, devendo o novo banco ser cotado numa bolsa africana no espaço de três anos, conforme divulgado na altura.

De acordo com fonte ligada ao processo de fusão, o BNA e o governo autorizaram esta semana todos os processos para a “constituição” do novo Banco Millennium Atlântico.

O BMA e o BPA podem assim avançar com uma fusão no mercado nacional, com o Banco Comercial Português (BCP) – que detém 51 por cento do BMA – a ficar com uma participação de 20 por cento no novo banco, conforme divulgado em Outubro pela instituição portuguesa.

O projecto de fusão estava a ser preparado desde Maio, tendo sido aprovado pelos principais accionistas do BCP e do BPA.

O memorando de entendimento com o maior accionista do BPA, a Global Pactum – Gestão de Activos, foi assinado em Outubro e a fusão vai criar a segunda maior instituição privada em crédito à economia nacional, com uma quota de mercado aproximada de 10 por cento em volume de negócios.

O banco liderado por Nuno Amado realçou em comunicado que esta fusão reforça a sua capacidade de expansão em Angola, permitindo “obter condições para crescer em contexto adverso” e, simultaneamente, adaptar-se às implicações decorrentes da alteração da equivalência de supervisão decidida no final do ano passado pela Comissão Europeia relativamente àquele país africano.

As sinergias de custos resultantes desta fusão estão estimadas em USD 22 milhões por ano.

O BCP lançou o BMA em 2006 e, no final de 2007, abriu o seu capital à Sonangol e ao BPA, que controlam 49 por cento da entidade.




Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Website Protected by Spam Master


error: Conteúdo Protegido !!