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Governador do BNA esclarece não ter havido redução na venda de divisas no país

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Luanda | Fonte: Angop

Durante a conferência de imprensa cedida pelo BNA no final da primeira reunião Ordinária do Concelho de Ministros, decorrida ao dia 06 de Fevereiro, sexta-feira, o novo governador do BNA, José Pedro Morais, esclareceu que a instituição que dirige não efectuou redução alguma na venda de divisas aos bancos comerciais.

Lembrando que na ocasião discutia-se na reunião a revisão do Orçamento Geral do Estado referente ao ano 2015, em consequência da baixa do preço do petróleo bruto a nível internacional, evento orientado pelo Presidente da república, José Eduardo dos Santos.
O governador do BNA, informou que as vendas de divisas feitas no ano passado aumentaram em 34% em relação ao ano anterior, e apresentou uma média de 1,5 biliões de divisas vendidas mensalmente em 2014.
“Se repararem, foi exactamente este valor (1 bilião e meio de dólares americanos) que nós vendemos durante o mês de Janeiro do corrente ao mercado bancário. Significa isso dizer que não há nenhuma redução de oferta de divisas no nosso mercado”, clarificou José Pedro de Morais.

O dirigente do BNA responsabilizou os agentes económicos por essa situação criada, salientando que os mesmos fizeram antecipações erradas e desenvolveram expectativas negativas em relação ao país, devido à queda do preço do petróleo e resolveram eliminar o risco que tinham de crédito sobre as entidades angolanas.

Instado sobre a questão das reversas internacionais líquidas, o governador do BNA salientou que “essa queda do preço do petróleo provoca um ajustamento na programação por parte das autoridades angolanas”.

Esclareceu que o principal ajustamento da programação tem a ver com as contas fiscais, pois há um reconhecimento mais do que realista do Executivo angolano que deve reduzir a despesa fiscal.

“Se isto está a ser feito, então é perfeitamente possível preservar àquilo que são os objectivos de toda essa programação. Quanto ao crescimento, as previsões são de que em 2015 cresçam mais em relação ao crescimento de 2014 e a previsão da inflação baixa”, concluiu José Pedro de Morais.

 




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