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Fusões bancárias: Estratégia em juntar forças.

 

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Artigo escrito por : Telma Lima

 

As fusões  bancárias são muito importantes para o fortalecimento do setor, mas é bom manter a concorrência entre os bancos para não se tornar um monopólio o que é ruim para nós clientes.

Mas as fusões no ponto que estão, são saudáveis e benéficas a um sistema bancário jovem  como é o caso da Angola, estas fusões trazem a força e confiança do ramo financeiro em relação a investidores, além do que se tornam mais forte para absorver os impactos financeiros fortalecendo a capitalização.

Falando da fusão que ocorreu recentemente entre os Banco Millennium Angola (BMA) e o Banco Privado Atlântico (BPA), que resultou no  novo banco designado Banco Millennium Atlântico e passa a ter um dos maiores níveis de Fundos Próprios do sistema financeiro angolano, com um valor superior a 800 milhões de dólares, acredito que isso vai permitir reforçar a capacidade de financiamento às famílias e  empresas o que contribue e muito para a sustentabilidade da economia angolana.

O Banco Atlântico é quinto maior banco em Angola em termos de crédito e de depósitos , já  o Banco Millennium Angola é a sexta maior instituição bancária angolana em crédito e o oitavo maior em depósitos.

A fusão reforça o compromisso com o país e os eleva um novo patamar, além de ser um sinal de confiança e de compromisso de um banco europeu na economia angolana.

O Millennium Atlântico posiciona-se como líder no Programa Angola Investe, com quota de 30 por cento e é o segundo maior banco privado em Angola no volume de crédito às famílias e às empresas, aliás criar soluções para as pequenas e médias empresas a operar em Angola são a base da geração de emprego, à semelhança do que acontece em todos os países que estão em processo de diversificação e sustentabilidade económica.

O acordo destaca a decisão estratégica em juntar forças, numa visão de futuro para um crescimento sólido  sustentável.

 




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