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Circulação do kwanza na Namíbia vai retomar.

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Fonte: Jornal de Angola

 

Angola e Namíbia retomam acordo de conversão monetária.

As trocas cambiais vão retomar após a alteração de alguns procedimentos referentes ao repatriamento do volume de kwanzas em posse da instituição, valorizado em 400 milhões de dólares, disse ontem o governador do Banco Nacional da Namíbia.

 

Ipumbu Shimi, que falava  na inauguração da sucursal do Banco Privado Atlântico em  Windhoek, disse que a medida foi necessária para permitir alterações de alguns procedimentos que dificultavam a sustentabilidade do processo.
No âmbito do acordo, explicou Ipumbu Shimi, foram estabelecidas as quantidades de dinheiro para a compra do dólar, “mas as pessoas suplantaram os limites, com o objectivo de acumularem mais dinheiro”, ressaltou. No princípio deste mês, os bancos Nacional de Angola (BNA) e da Namíbia (BON) decidiram suspender, temporariamente, a implementação do Acordo de Conversão Monetária, que vigorava desde 18 de Junho deste ano, até que sejam criadas as condições para a materialização de um novo modelo de execução do compromisso.
O Acordo de Conversão Monetária celebrado entre as duas instituições consistia no reforço e simplificação das transacções comerciais entre as populações residentes nas zonas fronteiriças de Santa Clara (Angola) e Oshikango (Namibia). O BNA disse em comunicado que a suspensão visava a adopção de novo mecanismo de operacionalização e a criação de condições para a materialização de um novo modelo de implementação do acordo.
O ministro conselheiro da Embaixada de Angola na Namíbia, Guido Castelbranco, afirmou que a abertura da sucursal bancária é um marco histórico nas relações de cooperação entre os governos de Angola e Namíbia e os respectivos povos, pelo facto de ser a primeira de origem angolana no território namibiano, com o objectivo de facilitar transacções comerciais.  “A instituição bancária vai igualmente contribuir para o aumento do nível de negócios entre os dois países e o desenvolvimento das suas economias, o combate à pobreza, a poupança das famílias, o pagamento de propinas e de despesas de alojamento dos estudantes angolanos na Namíbia”, explicou Guido Castelbranco.
A vice-primeira ministra da Namíbia, Netumbo Nandi-Ndaitwah, que inaugurou as instalações do banco, disse esperar que a instituição contribua para o desenvolvimento socioeconómico do seu país e para a redução da pobreza, através da criação de postos de trabalho e para o aumento da cooperação bilateral no ramo empresarial.




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