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BNA quer combater o branqueamento de capitais

O BNA mostra-se completamente interessado em combater crimes relacionados com o branqueamento de capitais e financiamento de terrorismo, contando principalmente com a nove legislação do país que começou a funcionar esse ano. A lei 34/11 é considera crime o branqueamento de capitas. Outra lei complementar também foi aprovada no início desse ano, que é a Lei dos Crimes Subjacentes ao Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo.

O país atingiu o estágio de conformidade técnica, conforme os regulamentos internacionais. Primeiramente, a nova posição foi transmitida para jornalistas na 28.ª reunião de peritos seniores do Grupo Regional da África Oriental e Austral no Combate ao Branqueamento de Capitais. Além dessa reunião, angola recebe também a 14.ª Reunião do Conselho de Ministros, criada em 1999 e que une 17 países do continente africano. Mas antes, osperitos internacionais analisarão o relatório das autoridades angolanas e de outros países sobre o processo de regulamentação da legislação aprovada nos últimos doze meses.

O grupo integra a Angola, Lesoto, Malaui, Maurícias, Namíbia, Etiópia, Quénia, Moçambique, África do Sul, Botsuana, Camarões, Suazilândia, Tanzânia, Uganda, AngolaSeychelles, Zâmbia e Zimbabué. Todas as reuniões envolvem análises políticas e técnicas da situação atual, assim como as possíveis formas de combate a operações suspeitas de branqueamento de capitais. Dessa forma, é possível recuperar verbas provenientes de fins ilícitos. Depois da recuperação, essas verbas podem ser legalizadas no sistema financeiro por meio de seguros, produtos bancários e fundos de pensões.

Os peritos que estão em Luanda avaliarão o grau de execução dos planos estratégicos submetidos pelos países, além de discutir sobre os progressos verificados para promover recomendações. Dessa forma, tanto os países como as suas instituições bancárias saberão agir diante desses problemas, que anos atrás, afetaram a economia angolana e de muitos outros países.




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