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Banco Nacional aumenta coeficiente de reservas obrigatórias para 30%

fonte: OPAIS

coeficiente - Cópia

O Banco Nacional aumenta coeficiente de reservas obrigatórias para 30% A medida permitirá absorver liquidez e conter os níveis de inflação fixados em 23,6%.

 Petróleo

O Banco Nacional de Angola (BNA) aumentou o coeficiente de reservas obrigatórias para 30%. O BNA, aumentou o coeficiente de reservas obrigatórias em 5 pontos percentuais para 30%, em MN, mantendo a estrutura de constituição anterior, um mínimo de 20% em liquidez fina e um máximo de 80% em títulos e obrigações do tesouro pertencentes à carteira do próprio banco e/ou com contratos de financiamento de médio e longo prazo com o Ministério das Finanças desde que emitidas ou desembolsados a partir de Janeiro de 2015. A medida permitirá absorver liquidez e conter os níveis de inflação actualmente fixados em 23,6%. O BNA aumentou o volume de divisas cedidas na última semana em 21,71% para 336,3 milhões EUR, enquanto o Kwanza perde valor. O Banco Central colocou na última semana cerca de 336,3 milhões EUR, mais 21,71% do que o registo da semana transacta, tendo o Kwanza perdido 1,83% do seu valor face ao euro e ao dólar norte- americano, situando-se em 186,261 AKZ em relação ao euro e 166,707 AKZ por unidade de dólar. Espaço Internacional Nos mercados das matérias-primas, o preço do petróleo caiu após o fracasso do acordo entre os principais produtores de petróleo em Doha. Os principais produtores de petróleo não chegaram a um acordo no meeting realizado na cidade de Doha, com o intuito de congelar o nível de produção de crude e levaram o WTI para baixo dos 40 USD/barril. A ausência do Irão que preferiu abster-se, depois de ter manifestado a intenção de enviar um emissário, minou o acordo, sendo que prometeu elevar a produção de 3,2 para 4 milhões barris/ dia, níveis anteriores às sanções. Na Índia, o défice da balança comercial encolheu para 5,07 mil milhões USD em Março, tendo atingido mínimo dos últimos 5 anos. A balança comercial do país contraiu-se pelo 3º mês consecutivo, tendo-se situado em USD 5,07 mil milhões em Março do corrente ano, mínimo dos últimos 5 anos, suportado pela queda das importações a um ritmo mais acelerado do que a redução das exportações. As importações caíram 21,56% e as exportações perderam 5,5% em Março, correspondente a USD 27,78 e USD 22,71 mil milhões, respectivamente. A melhoria foi liderada pela queda de 80,48% das importações de ouro. Importa destacar que a economia é a terceira maior importadora de petróleo e é a que mais se tem beneficiado com a queda do preço. Destaques da Agenda Económica Na agenda económica de terça-feira, os analistas do Atlântico destacaram a divulgação do indicador de expectativa sobre a economia referente ao mês de Abril, elaborado pelo instituto ZEW, sendo esperado uma melhoria para 8 pontos. Nos EUA, foi divulgado o indicador de construção de novas habitações no mês de Março, sendo esperado que se situe em 1,16 milhões.




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