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24 de September de 2017
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O Portal Bancos de Angola

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Banco central exige conformidade legal

20140825141411 fonte: JA O Banco Nacional de Angola (BNA) desempenha, nos últimos cinco anos, um papel fundamental na melhoria das práticas, políticas e processos internos sobre a prevenção de branqueamento de capitais e luta contra o financiamento do terrorismo, considerou ontem, em Luanda, a vice-governadora da instituição. Suzana Camacho fez esta afirmação ao discursar num seminário de capacitação sobre “Prevenção ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo”, destinada aos gestores de supervisão comportamental dos bancos comerciais. A vice-governadora enunciou estes esforços, apontando a publicação da regulação para que as instituições estejam em conformidade com as práticas e normas internacionais, trabalho contínuo com as instituições financeiras, reuniões prudenciais de acompanhamento e emissão de cartas de recomendação. Graças a esses esforços, em Janeiro de 2016, o BNA foi retirado da “lista cinzenta” do Grupo de Acção Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo (GAFI) e passou a ser considerado um país estruturante, ao mesmo tempo que deixou de ser monitorizado trimestralmente pelo órgão internacional, informou a vice-governadora. Considerando a relevância da prevenção para o sistema financeiro angolano e a necessidade de uma prática mais efectiva, que garanta o reconhecimento e a confiança dos mercados, “o BNA vai continuar a realizar acções de sensibilização e prevenção contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, com base na maior interacção com os bancos comerciais”, referiu. O subdirector do Departamento de Supervisão Prudencial das instituições financeiras, Elavoco João, considerou que, embora Angola esteja envolvida de forma mais efectiva na luta contra a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo desde 2012, ainda não se pode comparar com os outros países, com mais progressos nesse domínio. Elavoco João apontou os esforços do Executivo e de instituições como a Unidade de Informação Financeira (UIF), a Comissão de Mercado de Capitais (CMC), Ministérios das Finanças, Justiça e do Interior e o Instituto Regulador de Seguros. O subdirector avisou que o mundo e as economias estão cada vez mais interligados, pelo que se o sistema bancário angolano não conseguir implementar as normas internacionais, pode ter problemas de relacionamento com outros parceiros por falta de regras sólidas. Acaba prejudicado, deixando de poder captar investimentos e financiamentos. Os participantes ao seminário abordaram temas ligados aos modelos de gestão de risco e orgânico e funcional, identificação e diligência, controlos internos, monitorização de clientes, comunicação e os benefícios do investimento na implementação de medidas de prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.




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