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Banco BIC inicia operações na Namíbia este mês

bic banc fonte: OPAIS Dentro de duas semanas o banco abre ao público namibiano. A sua entrada na Namíbia é um primeiro passo do BIC/ Angola para estender a sua acção aos países da SADC. O Banco Central da Namíbia autorizou o banco angolano BIC a iniciar a sua actividade bancária naquele país. A informação foi avançada, esta semana, pelo presidente do Conselho de Administração do banco BIC. Em exclusivo a OPAÍS, Fernando Teles explicou que na sequência da vistoria final ao processo do BIC, o Banco Central da Namíbia deu “luz verde” às actividades do maior banco privado de Angola naquele mercado. “O Banco Central da Namíbia já fez a analise final e já fomos notificados de que estamos autorizados a abrir ao público. Quer dizer que nas próximas duas semanas vamos fazer a inauguração”, disse. Para o início das operações, o BIC conta com um edifício de três pisos, localizado próximo à embaixada de Angola, na cidade de Windhoek. “Estamos autorizados a abrir balcões em todas as cidades da Namíbia e a nossa perpesctiva é que dentro de um ano consigamos abrir cinco ou seis agências nas principais cidades”, avançou. Fernando Teles acredita que a abertura do BIC naquele país vizinho vai facilitar as transações em dólar namibiano e minimizar as dificuldades enfrentadas actualmente pela comunidade angolana empresarial e estudantil naquele país. Esta entrada na Namíbia é o primeiro passo do BIC/Angola para estender a sua actividade aos países que integram a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC). Além da Namíbia, o BIC pretende expandir a sua actividade a outros mercados, como nos Congos, Zâmbia, Botswana e no Zimbabwe. Actualmente, o banco opera em Cabo Verde, África do Sul, Portugal, aguardando pela autorização para operar no Brasil. O BIC, maior banco privado de Angola, com representação em 90 municípios do país, reivindicou, recentemente, na pessoa do seu presidente, que os bancos comerciais com mais agências deviam ser priorizados na venda de divisas junto ao Banco Nacional de Angola. Para Fernando Teles, não se justifica que bancos com uma única agência adquiram mais divisas em detrimento dos bancos com maior número de balcões. O gestor do BIC aproveitou a ocasião para reafirmar o compromisso do BIC com a economia nacional. De recordar que relativamente ao crédito ao Estado, o banco passou de Kz 366.428 milhões, em 2014, para Kz 419.733 milhões no ano passado. Em 2015, o banco BIC registou um crescimento do seu volume de negócios de 13% por cento, equivalentes a Kz 1.582.067 milhões No total, os activos do banco em 2015 registaram um crescimento de cerca de 17%, tendo passado de Kz 835.9 mil milhões para Kz 977.609 milhões. O crédito ao cliente (empresas e particulares) conheceu um crescimento de 23%, isto é, um aumento de mais Kz 78,5 mil milhões, em 2015, comparativamente aos Kz 343.2 mil milhões obtidos no ano anterior. Relativamente aos depósitos, em 2015, passaram de Kz 684.672 milhões para Kz 740.622, um aumento de oito por cento em relação a 2014.




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