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24 de September de 2017
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O Portal Bancos de Angola

É um espaço informativo de divulgação e educação voltado ao sector bancário angolano, suas ofertas, promoções, entrevistas, matérias, cotações, etc. Não devendo ser interpretado como substituto das entidades reguladoras do sector financeiro.

Bancários estabelecem acordos com empresas de bens e serviços

Desde Março até à data, os bancários já assinaram mais de 220 acordos com empresas de bens e serviços. Ao todo foram 222 protocolos rubricados entre o SNEBA (Sindicato Nacional dos Empregados Bancários de Angola) e empresas nacionais que fornecem bens e serviços.

Sistema bancário sofre profundas alterações

Susana Monteiro, a vice-governadora do Banco Nacional de Angola – BNA – referiu que o sistema bancário nacional tem vindo a sofrer profundas alterações, principalmente no que toca à passagem da economia centralizada para a economia de mercado. Desta situação advém um ambiente de estabilidade, quer económica, quer social.

Os protocolos que os bancários assinaram com as empresas nacionais prestadoras de bens e serviços abrangem vários tipos de estabelecimento, que vão do ensino particular, a restaurantes, hotéis, agências de viagem, ginásios, salões de beleza, ópticas, clínicas, entre vários outros. Esta informação foi disponibilizada num documento da SNEBA, o qual foi distribuído na segunda-feira à imprensa, aquando a celebração do seu 42º aniversário.

Nos últimos meses tem-se assistido ao surgimento de várias instituições novas, tanto financeiras bancárias, como não bancárias, as quais vêm acompanhadas de produtos e serviços financeiros novos, os quais estão associados às novas tecnologias de informação.

Note que o Sindicato Nacional dos Empregados Bancários de Angola é uma organização sem fins lucrativos, e por essa mesma razão depende única e exclusivamente das quotas dos seus sindicalistas.

Transformações na banca urgentes

O nosso país precisa, urgentemente, de criar uma diplomacia internacional entre o banco central angolano e a banca comercial, com o intuito de recuperar a sua credibilidade, e assim retomar as suas relações com os bancos internacionais correspondentes, permitindo assim a entrada do dólar no país.

Angola precisa de fazer um percurso sério, especialmente no que toca à supervisão bancária. Só assim o banco central angolano se poderá tornar numa autoridade de supervisão real.

É necessário criar uma autoridade real para combater o branqueamento de capitais, e também o financiamento ao terrorismo, motivos pelos quais nos foi recusado o acesso ao dólar americano. Isso só se consegue tendo uma supervisão bancária autónoma, mas ao mesmo tempo produtiva e forte.

Além disso, torna-se urgente uma gestão da banca comercial, a qual deverá cumprir com todas as normas estabelecidas, indo de encontro às normas internacionais.




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