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24 de September de 2017
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O Portal Bancos de Angola

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António Domingues é o novo Vice-Presidente do Banco de Fomento Angola

António Domingues é o mais recente vice-presidente do Banco de Fomento Angola – BFA. António Domingues era presidente da Caixa Geral de Depósitos, mas aceitou o convite para ingressar os quadros do BFA, enviado por Mário Leite Silva, o actual presidente do conselho de administração do Banco de Fomento Angola.

Leite Silva elogia António Domingues

Leite Silva, o actual presidente do Banco de Fomento Angola, afirmou que a escolha de António Domingues foi a melhor possível, tendo em conta que se tratava de um profissional que tem um profundo conhecimento do mercado, e foi por esse mesmo motivo que já havia enviado também um convite para ele ser um dos administradores não executivos da NOS (empresa de telecomunicações onde Isabel dos Santos é uma das grandes accionistas).

Além deste cargo, como vice-presidente do BFA, António Domingues será ainda presidente da comissão de auditoria e finanças da empresa portuguesa EFACEC, controlada também pela grande empresária angolana.

Mário Leite Silva: o braço direito de Isabel dos Santos

Leite Silva foi nomeado em Janeiro como presidente do conselho de administração do BFA, e esta decisão surgiu depois da Unitel formalizar a compra de 2% do Banco de Fomento Angola ao BPI, o que faz com que detenha um total de 51.9% do BFA.

Leite da Silva veio substituir Fernando Ulrich, e desde então que se tornou o braço direito de Isabel dos Santos, não só no BFA, mas em vários dos seus negócios.

António Domingues alvo de polémicas

António Domingues fazia parte dos quadros do BPI, mas sai do banco depois de receber um convite para a Caixa Geral Depósitos, onde era responsável pela negociação da recapitalização do banco português junto da Comissão Europeia. A polémica instalou-se quando ele se demite no final de 2017.

Na altura, ele recusou-se a entregar as declarações de rendimento ao Tribunal Constitucional, a qual seria obrigatória em Portugal, assim como a declaração de Património. Segundo ele, a recusa deveu-se a um acordo prévio com o governo liderado por António Costa, primeiro-ministro português.

Foi nesta altura que se soube de uma troca de sms e emails entre António Domingues e Mário Centelho, ministro das finanças, as quais apontavam para um acordo entre as partes. Decorrente desta situação, abre-se uma comissão de inquérito para apuração dos factos.




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