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24 de September de 2017
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O Portal Bancos de Angola

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Angola aumenta crescimento

Depois de 2016 registar um aumento tímido de 0.6 por cento, muito por causa da quebra de receitas das exportações de petróleo, Angola aumenta crescimento este ano, voltando a apresentar taxas de crescimento económico mais elevadas, como foi publicado num relatório da EIU (Economist Itelligence Unit). 

A unidade de estudos da revista “Economist” estimou a mesma taxa de crescimento que estava prevista num relatório publicado no final do ano passado.

Os analistas da Economic Intelligence Unit, de forma a prever o que acontecerá entre 2017 e 2021, anteciparam que ao mesmo tempo que os preços do barril de petróleo sobem, é também verificada uma expansão mais sólida do consumo privado e público, o que originará um aumento dos preços já este ano a uma taxa de 2.7 por cento, um pouco mais acima da previsão que o governo fez de 2.1 pontos percentuais.

Já o relatório publicado este ano a 17 de Janeiro enfatiza o facto de que o crescimento económico nacional poder ser substancial no caso do acordo de Dezembro envolvendo os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), com vista a limitar a produção, conduzir a um aumento dos preços do barril de petróleo.

Preços do barril de petróleo estão no centro do crescimento

Um eventual aumento dos preços do barril de petróleo terá uma grande influência sobre o crescimento do PIB, mas só durante a primeira metade do ano 2017, de acordo com o relatório deste mês. Esse facto antecipa o crescimento da economia angolana a uma média de 2.7 por cento entre 2019 e 2021.

No relatório contém também uma advertência para que o investimento fora do sector dos hidrocarbonetos continue a ser limitado por causa de ausência de reformas, muito embora o Governo diga que a nova legislação para o investimento privado vá ajudar a reduzir a burocracia.

Apesar disso, continuam a existir outros problemas que poderão colocar em causa o sector, como os pagamentos atrasados a empreiteiros de obras públicas, assim como o facto de o governador ter prescindido do acordo com o FMI para apoio financeiro, acontecimento esse que limita a confiança dos empresários.

Olhando de forma global, e de acordo com o mesmo documento, prevê-se um crescimento económico de 2.8%, em média, para o período entre 2017 e 2021, o qual representa menos de 1/3 da média que foi registada na década passada, ao passo que o rendimento per capita apenas será ligeiramente superior em 2021, quando comparado a 2011.

Todas as previsões convergem com as previsões feitas pelas unidades de estudos da revista “Economist”, onde nesse relatório estimava-se que a economia angolana apresentaria um crescimento económico de 2.9 por cento, em média, entre este ano e 2021.

A taxa de crescimento prevista pela EIU é comparada com uma expansão económica, esta de 4.1%, tendo sido registada entre 2012 e 2016.

Foi também apontado pela unidade de estudos no final do ano que a economia angolana irá recuperar em 2017 com uma taxa de 3%, mas em 2018 aumentará para 3.5%, e durante os 3 anos seguintes deverá oscilar entre os 2.8 e os 2.5%.

 




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